quarta-feira, 26 de outubro de 2011
As 49 mais populares lendas urbanas do Brasil
Você já ouviu falar de alguma lenda urbana? Gostaria de saber quais são as mais famosas e conhecidas do Brasil? Quem de nós nunca acreditou naquelas lendas que ouvimos quando éramos crianças? Há quem ainda acredite em algumas lendas até hoje, mas geralmente é na infância que elas ficam marcadas. Seja na escola, seja na casa de praia com os primos, seja onde for, sempre existiam histórias para nos amedrontar. Não sei qual o objetivo disto, mas certamente deve ter sido algo inventado pelos “adultos” para eles se divertirem um pouco, rindo da cara dos pobres ingênuos que acreditavam naquilo que lhe contassem. Homem do saco! Essas lendas, ironicamente e metaforicamente, só comprovam a tese de que a comunicação entre os povos é fundamental para manter as culturas e adaptá-las ao novo mundo. Certamente as lendas não foram instaladas na sociedade por terem saído algumas vezes na mídia, por exemplo, mas sim pelo fato de as pessoas terem trocado conhecimentos e terem passado esse conhecimento de geração para geração, criando, assim, novos preceitos e novas visões. De acordo com a Wikipedia, lendas urbanas, mitos urbanos ou lendas contemporâneas são pequenas histórias de caráter fabuloso ou sensacionalista amplamente divulgadas de forma oral, através de e-mails ou da imprensa e que constituem um tipo de folclore moderno. São freqüentemente narradas como sendo fatos acontecidos a um “amigo de um amigo” ou de conhecimento público. Suas características principais seriam: * Uma forma narrativa (geralmente uma pequena história, porém bem estruturada) * Procura sempre se autenticar por meio de testemunhas e provas supostamente existentes * As pessoas que as contam geralmente às ouviram de alguém e quando repassam a história costumam confirmá-la como se tivesse sido vivida por ela mesma Muitas delas já são bastante antigas, tendo sofrido apenas pequenas alterações ao longo dos anos. Muitas foram mesmo traduzidas e incorporadas a outras culturas. Acreditar nas lendas urbanas ou não, é só uma questão de bom-senso. Se elas tiverem fundamento, até que se pode levá-la em conta. Mas a partir do momento que elas passam a ter fundamentos totalmente esclarecidos, deixam de ser lendas e passam a ser meras verdades. Então só nos resta saber fazer a triagem do que é e do que não é totalmente descartável, e ir de acordo com o que diz o ditado popular: é melhor prevenir do que remediar. Ou não? As lendas foram descritas no site Você Sabia. A Loira do Banheiro Ela é muito comentada, mas também incerta, existem muitas versões para ela. Uma delas diz, que uma menina loira muito bonita vivia matando aula na escola, ficando dentro do banheiro, fumando, fazendo hora, enfim. Então um dia, durante essas escapadas, ela caiu, bateu com a cabeça e morreu. Desde esse dia, os banheiros femininos de escolas são assombrados pelo espírito de uma loira que aparece quando se entra sozinho. Outros dizem que esta loira aparece com o rosto cheio de cicatrizes e fere as garotas, ou com algodão no nariz, pedindo para que tirem. Também há a de que, se chamar tantas vezes em frente ao espelho ela vai aparecer. A Loira da Estrada Segundo a lenda, nas estradas, a noite, uma mulher loira muito atraente pede carona aos caminhoneiros. Durante a viagem, ela os seduz, e ao tentar beija-la, o caminhoneiro tem a língua decepada e é morto. Conta-se que esta mulher, teve uma morte trágica, atropelada por um caminhão. Desde então sua alma busca eterna vingança. Passageiro Fantasma Certo dia, um motorista de táxi rodava pela avenida José Bonifácio em frente ao cemitério Santa Izabel quando uma linda jovem fez sinal . Ele parou e ela pegou o táxi. Eles deram uma volta na cidade e ele a trouxe de volta para o cemitério. Na hora de pagar, ela mandou que ele fosse receber na casa dos seus pais. Deu-lhe o endereço completo. No dia seguinte, ele foi cobrar o dinheiro.encontrou a casa, bateu, um senhor veio recebê-lo. Ele disse que viera cobrar o dinheiro pela corrida de táxi que sua filha havia feito. O senhor ficou todo desconfiado e disse que sua filha não tinha saído à noite. O susto maior do pai foi quando o taxista deu o nome da moça e disse como ela era e como estava vestida. O pai disse que não era possível, que a sua filha tinha morrido já a alguns anos. -Será que errei de casa, diz o motorista. Então o motorista começou a ver algumas fotos que estavam na parede e disse: - É aquela moça. O motorista saiu perplexo, quase louco, sem saber o que tinha acontecido na noite anterior. Veja abaixo mais lendas, retiradas da Wikipedia. - Os sanduíches do Mc Donalds seriam feitos de carne de minhoca (no Brasil, geralmente dizem ser da espécie minhocuçu). - Samara, uma menina emo e gótica, que morreu em um arame farpado após um fazendeiro lhe negar ajuda, e que assombra os anti-góticos e anti-emos. - Os esgotos das grandes cidades são habitados por crocodilos. - O Palhaço da Kombi seria um indivíduo que percorreria a periferia das cidades raptando crianças. Em algumas versões ele seria acompanhado de uma bailarina que ajudaria a atrair as meninas. - Catarina II da Rússia teria transado com um cavalo. - Portadores de Aids estariam colocando seringas contaminadas com o vírus sob assentos de cinema e ônibus como uma forma de vingança. - Pessoas colocariam lâminas dentro de maçãs, em escorregadores e em outros locais apenas com o intuito de ferir outrém. - Alguns ecologistas alegam a existência de um motor movido apenas por água, cuja descoberta não seria anunciada por conta de um acordo da indústria petrolífera. - Elvis Presley foi abduzido. - Paul McCartney morreu em 1966 e foi substituído por um sósia. - Jim Morrison não morreu. - Coca-Cola é capaz de corroer dentes (este mito surgiu pelo fato de que essa substância contém ácidos). - O Papai Noel é uma invenção da Coca-Cola (na verdade, a empresa foi responsável apenas pela consolidação da imagem pela qual ele é normalmente conhecido atualmente). - A Aids teria sido uma criação em laboratório feita para exterminar os povos da África. - A Aids seria uma doença transmitida dos macacos para os homens por meio de contato sexual. - Um prego enferrujado transmite tétano (na verdade o que transmite tétano são as bactérias que podem ser encontradas em um prego que está abandonado em um local úmido). - O porco-espinho é capaz de arremessar seus espinhos a distância. - O elefante tem medo de que um rato possa entrar em sua tromba, não se sabe afinal se é em sua tromba, mas o bichinho realmente tem medo dos roedores conforme comprovado um um episódio dos Caçadores de Mitos. - O vermelho enraivece os touros (eles enxergam em preto e branco e o que realmente enraivece é o movimento da capa). - Se um pombo comer milho de pipoca pode acabar morrendo, pois em seu estômago o calor é suficiente para fazer o grão explodir. - A masturbação faz crescer pêlos e cria calos nas mãos. - Arrancar um cabelo branco faz nascer vários no lugar. - FUCK seria a sigla de Fornication Under the Consent of the King (fornicação sob consentimento do rei) e essas letras ficariam marcadas diante da porta do quarto do rei enquanto ele exercia seu direito à prima noctes (direito a tirar a virgindade de uma recém-casada). - A do “homem do saco“, que iria atrás das criancinhas que fugissem de casa ou saíssem sem a permissão dos pais. Isto pode ser visto em dois episódio de Chaves, quando Chiquinha, seria levada pelo homem do saco, por desobedecer Seu Madruga. Também pode ser visto em O homem do saco, quando Dona Florinda cita para Quico sobre a lenda do homem do saco. - As canetas BIC Cristal seriam de origem extra-terrestre. - O Teiú quando é envenenado pela cobra, come uma batata, fica curado e mata a cobra logo a seguir. - Uma cabeça de frango empanada fora encontrada junto aos pedaços de frango em uma embalagem de McNuggets. - 15:00 da tarde é a hora em que os anjos saem a rua, e as 03:00 da manhã é a hora em que os demônios saem para atormentar a vida dos humanos - “Alumínio: Útil mas Mortal“. Esta lenda cita estudos fictícios da Universidade Federal do Paraná ligando o uso de panelas de alumínio a resíduos deixados no alimento. O texto também cita uma legislação italiana, que supostamente proíbe o uso de panelas de alumínio em restaurantes. - Juntar 1.000.000 anéis de lata de refrigerante lhe dá o direito de trocar por uma cadeira de rodas (ninguém nunca viu um posto de troca desse tipo). - Matar formigas provoca diarréia. - Matar Sapo faz chover. - Os casos clínicos de fisiologia II, que acabam por causar um forte distúrbio psicopatológico nos estudantes de medicina, vulgarmente chamado de síndrome do dexi keto. - SuperKen, o único super-herói que realmente saiu dos quadrinhos para a vida real! - Manga com leite é um veneno fatal - Meg White é considerada um robô - Garota do taxi; Ela passeia num taxi pela cidade todos os anos no mesmo dia (o de seu aniversário) e depois manda o taxista cobrar no endereço de seu pai. Mas o pobrezinho acaba voltando no prejuízo, pois a passageira era um fantasma. - Há um Punhal virado pra baixo em cima de um símbolo demoníaco dentro da boneca da Xuxa; há quem diga que uma menina foi morta esfaqueada pela boneca.TODAS AS NOITES, A BONECA VAI NO CEMITÉRIO ENGOLIR OS RINS - Tem uma cruz indestrutível e amaldiçoada nas motos CG honda titan. - Tem um revólver dentro do boneco Fofão - Nunca se deve apagar a luz de um hospital (você ficará internado para o resto de sua vida) - Um fio de nilon queimado nas 2 pontas faz você morrer com a cabeça e os pés queimados. - O homem nunca foi a Lua
O CANAVIAL
No interior de Minas Gerais muitos "causos" misteriosos são contados . Um causo muito estranho aconteceu numa cidadezinha, cuja fonte de renda era a cultura de cana de açúcar. Das grandes fazendas aos sítios, a única coisa que se via eram grandes roças de cana. Numa dessas fazendas, que abrigavam colonos de toda parte do país, conta-se que um casal de nordestinos chegou e pediu emprego. Além do emprego, deram a eles um casebre, próximo a roça, para que morassem. O casebre era bem isolado dos demais, pelo fato de ser um dos mais antigos. Os outros colonos achavam o novo casal muito estranho, quase não conversavam e não participavam da missa de domingo. A mulher, que mais parecia um bicho do mato, estava grávida, mas mesmo assim todas as madrugadas ela ia para a roça cortar cana. Num dia muito quente, desses que parece que até o chão ferve, um incidente muito triste ocorreu. O marido da "Bicho do Mato"- como era conhecida aquela estranha mulher - fora picado por uma cobra e faleceu em poucas horas. "Bicho do Mato" ficou mais transtornada e mais estranha ainda. Até as crianças tinham medo dela. Ela continuo cortando cana até o nascimento do filho. Quando o bebê nasceu, "Bicho do Mato" sumiu ... não cortava mais cana, não abria a porta do casebre para ninguém. As colônias diziam que ela estava de resguardo e como era muito orgulhosa, não aceitava ajuda de ninguém. Coincidentemente, na mesma época do seu "sumiço", escutava-se todas as noites, um bebê chorando no canavial. Os bóias frias ficaram encucados com aquele choro e um dia resolveram procurar ... Eles andavam, andavam e nada de encontrar o bebê. Quando se aproximaram do casebre, notaram que o choro ficou mais forte, parecendo que vinha de baixo da terra. No dia seguinte voltaram e arrancaram o pé de cana. Para espanto de todos, encontraram o corpo de um bebê já em estado de decomposição. O dono da fazenda chamou a polícia e eles invadiram o casebre. Encontraram "Bicho do Mato" encolhida no canto do casebre como uma louca. O fogão de lenha estava manchado de sangue. Descobriu-se depois que ela matou seu próprio filho, socando sua cabeça na beira do fogão e depois o enterrou no canavial. A mulher foi levada para um sanatório e o bebê foi enterrado numa cova digna, no cemitério da fazenda, onde o padre rezou uma missa pedindo por sua alma. Depois disso, nunca mais ninguém ouviu o choro do bebê...
OS BABÁS
Babás, no candomblé, são espíritos de mortos, convocados para voltar ao nosso plano com alguma finalidade. Para invocar um babá, a mãe-de-santo vai ao túmulo da pessoa junto com um grupo de adeptos e realiza um ritual, de que faz parte a colocação, sobre a tumba, de uma certa roupa, às vezes colorida, às vezes coberta de espelhos ou adornos, que será ocupada pelo espírito reanimado. Vários babás são então reunidos em uma casa, onde chegam os adeptos e os convidados para assistir a cerimônia. Depois que todos entram, um círculo de babás homens cerca a casa; para quem vê, são tecidos que flutuam no ar como se estivessem pendurados num varal, um ao lado do outro. A partir desse instante ninguém mais pode entrar ou sair da casa. Lá dentro, numa sala iluminada, os convidados assistem à entrada dos babás. As peças de roupa atravessam as frestas das portas fechadas, e uma vez dentro da sala, inicia-se uma dança (se é que pode se chamar assim), ao ritmo dos tambores e das palavras da mãe-de-santo. As crianças geralmente se encolhem debaixo dos bancos, transidas de pavor. É proibido duvidar do que está acontecendo; se alguém se manifesta ou deixa transparecer um traço de ceticismo, é convidada a se aproximar. Se a pessoa tem boas relações com a mãe-de-santo, esta simplesmente faz com que um dos babás deixe a roupa por um momento; a roupa cai ao chão imediatamente; a mãe-de-santo então renvoca o babá e a roupa novamente flutua e dança. Mas se a pessoa não for amiga da mãe-de-santo, ou for um desconhecido, a mãe-de-santo simplesmente convida a pessoa a tocar no babá para ver se é de verdade. Acontece que tocar num babá é a última coisa que alguém em sã consciência deve fazer; a pessoa pode levar semanas para se recuperar da surra que levará. Por isso, ninguém se atreve a se aproximar da casa durante a cerimônia, rodeada pelo círculo de babás homens. A casa de algumas mães-de-santo é guardada à noite por um par de babás, e ela dorme com as portas e janelas abertas porque sabe que nenhum ladrão ousará chegar perto de uma casa com essa proteção. Uma mãe-de-santo advertira os filhos para não chegar tarde, pois a partir das dez da noite os babás ficavam de prontidão; certa noite ele se esqueceu e chegou às três, e ao tentar entrar em casa foi sovado pelos babás até quase morrer. A mãe-de-santo não pôde fazer nada, pois sabia que nada podia ser feito; esperou os babás terminarem e então levou o filho para dentro, para tratar seus ferimentos com os ungüentos do candomblé.
BONECOS ASSASSINOS
Essas são lendas que já deram muita dor de cabeça a dois artistas: Xuxa e o Fofão. Na época em que existiam os bonecos desses personagens dizia-se que a Xuxa tinha um pacto com o mal para ter sucesso. Então a sua boneca, a noite falava com as crianças pedindo para que matassem os pais e coisas assim. Não foi diferente com o boneco Fofão. A história é de que o fabricante dos bonecos também tinha um pacto e disse que dentro do boneco haviam velas pretas e um punhal.
O ROUBO DO RIM
Um garoto sai para curtir a noite em um bar. Lá conhece uma mulher linda, e eles começam a conversar e a beber. Pinta então um clima, e ela o convida para ir ao seu apartamento. Chegando lá o oferece mais uma bebida e o rapaz não percebe que ela colocou algo dentro. No dia seguinte ele acorda em uma banheira cheia de gelo, ele então ainda meio tonto pelo efeito da droga encontra ao lado da banheira um bilhete que diz: "Ligue rápido para o hospital ou vai morrer". Ele liga, conta o que aconteceu e é orientado para verificar se existem duas incisões nas costas na altura dos rins. É então que percebe que teve os dois rins roubados
PASSAGEIRA FANTASMA
Certo dia, um motorista de táxi rodava pela avenida José Bonifácio em frente ao cemitério Santa Izabel quando uma linda jovem fez sinal . Ele parou e ela pegou o táxi. Eles deram uma volta na cidade e ele a trouxe de volta para o cemitério. Na hora de pagar, ela mandou que ele fosse receber na casa dos seus pais. Deu-lhe o endereço completo. No dia seguinte, ele foi cobrar o dinheiro.encontrou a casa, bateu, um senhor veio recebê-lo. Ele disse que viera cobrar o dinheiro pela corrida de táxi que sua filha havia feito. O senhor ficou todo desconfiado e disse que sua filha não tinha saído à noite. O susto maior do pai foi quando o taxista deu o nome da moça e disse como ela era e como estava vestida. O pai disse que não era possível, que a sua filha tinha morrido já a alguns anos. -Será que errei de casa, diz o motorista. Então o motorista começou a ver algumas fotos que estavam na parede e disse: - É aquela moça. O motorista saiu perplexo, quase louco, sem saber o que tinha acontecido na noite anterior.
A LOIRA DA ESTRADA
Segundo a lenda, nas estradas, a noite, uma mulher loira muito atraente pede carona aos caminhoneiros. Durante a viagem, ela os seduz, e ao tentar beija-la, o caminhoneiro tem a língua decepada e é morto. Conta-se que esta mulher, teve uma morte trágica, atropelada por um caminhão. Desde então sua alma busca eterna vingança.
A LOIRA DO BANHEIRO
Essa lenda é muito conhecida, qualquer em já deve ter ouvido falar nela nos corredores de uma escola. Ela é muito comentada, mas também incerta, existem muitas versões para ela. Uma delas diz, que uma menina loira muito bonita vivIa matando aula na escola, ficando dentro do banheiro, fumando, fazendo hora, enfim. Então um dia, durante essas escapadas, ela caiu, bateu com a cabeça e morreu. Desde esse dia, os banheiros femininos de escolas são assombrados pelo espírito de uma loira que aparece quando se entra sozinho. Outros dizem que esta loira aparece com o rosto cheio de cicatrizes e fere as garotas, ou com algodão no nariz, pedindo para que tirem. Também há a de que, se chamar tantas vezes em frente ao espelho ela vai aparecer. É uma história complicada, mas é uma das lendas bem antigas que fazem parte da vida de qualquer estudante.
O Véio do guarda-roupas
Conta meu avô,que ao lado de nossa casa morava um senhor muito velho e medonho que não gostava de se vestir.Tambem não gostava de crianças entrometidas que mechiam em suas coisas quando estava dormindo. Um dia esse senhor morreu apedrejado por crianças,pois havia chingado uma criança que havia tirado sarro dele por não estar vestido. Um mês depois do enterro,as crianças que apedrejaram o senhor começaram a vomitar e ter diarréia. Toda noite as crianças se queichavam de ter visto um vuto em seus guarda-roupas.E a cada vez que isso aconteci as crianças passavam muito mal. A cada aparição uma criança passava mal. A cada dez aparições uma criança moria e uma pedra aparecia em cima do tumulo dela. Dois anos se passaram e outras crianças foram mortas sem se saber a causa da morte. O unico geito de acabar com a maldição era reformando a casa do sernhor que havia sido queimada a pouco tempo e tirar de la de dento da casa todas as pedras que nele haviam jogado.Com os destrossos da casa queimada a busca as pedras seria mais dificiu. Um menino com medo de morrer doente fez uma escolha dificiu,ou morria tentando acarbar com a maldição e ser conciderado heroi,ou morreria doente encima de uma cama.Ele optou por ser heroi e logo de manhã iria começar a procurar as pedras junto com seu melhor amigo Ptter. Ja amanheceu, e Pttrer ja esperava o amigo em frente a casa do velho medonho.Juntos os dois decidem entrar. O portão se abre sosinho,os dois amigos ficam com medo mais depois decidem ir a diante e logo encontram a primeira pedra,nela estava escito algo tipo>>>SIGAM EM FRENTE E ACHARAM... Logo depois acharam outra pedra e depois outra,outra e mais outra, ate que..... Viram o espirito do falecido morador da casa,ele estava cigurando a utima pedra na mão.Os amigos tiverão medo mas o fantasma disse para eles não terem medo, pois ele não faria mal nenhum a quem o tivesse ajudado. Ele queria esqueser que tinha sido morto,por isso so iria parar de se vingar quando o fisecen esquecerde de tudo.Os amigos sorriram confiates. Agora os amigos vão visitar ofantasma todos os dias. Um ano depois a casa do fantasma era a mais bonita do bairro e os amigos viraram amigos do fantasma. Todo mundo que passava enfrente da casa,via um vuto branco assenando e sorindo FIM Esperem so para ver o contrario desta historia feliz na segunda verção da historia do>>> O veio do guarda-roupas
fantasmas
Castelinho da Rua Apa
São Paulo é uma cidade repleta de lugares com fama de mal assombrados cada qual com sua própria história. Um dos lugares com a história mais chamativa é o Castelinho da Rua Apa. Em 1912 foi construído o Castelinho na Rua Apa, travessa da São João, número 236*, que veio a se tornar a moradia de uma das famílias ricas e tradicionais de São Paulo, os Guimarães dos Reis. No dia 12/05/1937, os dos três proprietários (Maria Cândida dos Reis, Armando Guimarães dos Reis e Álvaro Guimarães dos Reis) foram encontrados mortos. Apesar de não ter sido totalmente solucionado, o caso foi dado como encerrado pela polícia, cuja versão não convenceu os vizinhos na época, foi que um dos irmãos atirou no outro e a mãe desesperada, se colocou entre os filhos, sendo baleada. Depois de se dar conta de seus atos, o assassino cometeu suicídio. Motivo: Segundo a policia de São Paulo, Álvaro queria transformar o Cine Broadway da família num rinque de patinação, idéia que foi contra a de seu irmão, Armando, que não via o negócio com bons olhos. O caso foi encerrado, mas não solucionado, porque a policia foi incapaz de descobrir qual dos irmãos seria o assassino. Como é possível um suicídio sem arma do crime? Se foi um crime passional, porque ouve o segundo disparo que atingiu a mãe? Essas questões ficaram sem resposta. Desde se então, ninguém jamais conseguiu passar a noite no Castelinho da Rua Apa. Aqueles que tentaram, relataram terem ouvido gemidos e correntes, visto aparições e ouvido os disparos que causaram a morte das vítimas, que teriam continuado vagando pelo local. Seja como seja, os portões do número 236 da Rua Apa está aberto, bem como as portas do Castelinho, e mesmo em noites frias de inverno, os moradores de rua não ousam pernoitar no local. Obs: A soma dos números 2,3, e 6 é 11, o número da magia e do sobrenatural da numerologia. O castelinho fica numa bifurcação, elemento comum em rituais de magia negra.fantasmas

fantasmas
Centenas de Pessoas morreram a bordo deste navio, por acidentes, por doenças. Queen Mary foi mesmo cortado em dois num cruzeiro britânico mais lento do que ele, e foi enviado para o fundo do oceano 338 marinheiros.Alguns visitantes recentes afirmam ter ouvido ate mesmo o choque do navio, e gemidos dos espíritos inquietos. Os hóspedes do hotel (no que ele se transformou no dia de hoje...) ao saírem de suas cabines,escutaram gemidos,foram procurar de onde saia, então descobriram que não havia lugar para caminhar até o local a partir de onde vinha o som. Outros hospedes,de repente despertaram no meio da noite, e virão ao pé da suas camas,uma menina (descrita por vários como sendo a mesma) olhando eles dormirem e desaparecendo, alguns segundos apos. Os visitantes têm observado várias vezes durante o mesmo dia, o mesmo personagem que aparece e desaparece, em várias partes do barco. Ha fatos, de ectoplasmas vestindo roupas do passado, blazers de Gatsby e de maravilhosos vestidos estilo Greta Garbo. Pelo menos uma mulher, visitante deste navio foi internada, apos cair e se levantar como se fosse uma outra pessoa, durante alguns minutos, como se um espírito tivesse tomado posse dela. Sombras fugazes fantasmas, odores fortes de cigarros assombram quartos e corredores do navio, ao ponto de receber uma visita especial é organizada de vários especialistas do paranormal.
fantasmas
Crime do poço
Em 1948, existia uma casa onde hoje é o Edifício Joelma. Nela morava o professor de química, Paulo Camargo, 26 anos, junto com sua mãe e duas irmãs. Paulo assassinou a tiros a mãe e as irmãs e enterrou os corpos em um poço que mandara construir no quintal da casa. Depois, Paulo suicidou-se. A polícia trabalhou com duas hipóteses para o crime. A primeira é que a família teria rejeitado uma namorada dele. A segunda é que Paulo teria matado a mãe e as irmãs porque elas portavam graves problemas de saúde e ele não queria cuidar delas. O mistério da morte de toda a família nunca foi desvendado. Depois do resgate dos corpos, um bombeiro acabou também se tornando vítima da maldição e morreu de infecção cadavérica. O triplo assassinato seguido de um suicídio abalou a população de São Paulo e ficou conhecido como O Crime do Poço. O lugar ganhou fama de mal-assombrado. Em 1972, a casa deu espaço a um prédio moderno de 20 andares. Era o Edifício Joelma. Por causa do Crime do Poço, a numeração da rua foi modificada, mas a maldição não foi esquecida.
Em 1948, existia uma casa onde hoje é o Edifício Joelma. Nela morava o professor de química, Paulo Camargo, 26 anos, junto com sua mãe e duas irmãs. Paulo assassinou a tiros a mãe e as irmãs e enterrou os corpos em um poço que mandara construir no quintal da casa. Depois, Paulo suicidou-se. A polícia trabalhou com duas hipóteses para o crime. A primeira é que a família teria rejeitado uma namorada dele. A segunda é que Paulo teria matado a mãe e as irmãs porque elas portavam graves problemas de saúde e ele não queria cuidar delas. O mistério da morte de toda a família nunca foi desvendado. Depois do resgate dos corpos, um bombeiro acabou também se tornando vítima da maldição e morreu de infecção cadavérica. O triplo assassinato seguido de um suicídio abalou a população de São Paulo e ficou conhecido como O Crime do Poço. O lugar ganhou fama de mal-assombrado. Em 1972, a casa deu espaço a um prédio moderno de 20 andares. Era o Edifício Joelma. Por causa do Crime do Poço, a numeração da rua foi modificada, mas a maldição não foi esquecida.
fantasmas
Em antigos documentos, pode-se encontrar registro de um navio real que zarpou de Amsterdã em 1680 e foi alcançado por uma tormenta no Cabo da Boa Esperança. Como o capitão insistiu em dobrar o cabo, foi condenado a vagar para sempre pelos mares, atraindo outros navios e, por fim, causando sua destruição. Vários relatos sobre o tal navio foram considerados miragens, embora haja uma grande variedade de detalhes descritos pelas testemunhas. No entanto não é o primeiro mito destas águas, depois do descrito por Adamastor Camões nos Lusíades Existem histórias que citam o capitão de um navio que, ao atravessar uma tempestade, foi visitado por Nossa Senhora, que atendia às preces dos marinheiros desesperados. Culpando-a pelo infortúnio, atacou a imagem (ou amaldiçoou-a), atraindo para si a maldição de continuar vagando pelos sete mares até o fim dos tempos. Durante a segunda guera mundial, o contra almirante nazista Karl Donitz, oficial de alto escalão do exército alemão, reportou a Hitler que uma das suas tripulações mais rebeldes comunicou que não iria participar de uma viagem a Suez pois havia visto o Holandês Voador. No ano de 1939, 100 nadadores que descansavam na Baía Falsa, na África do Sul, disseram ter avistado o Holandês Voador. O futuro rei da Inglaterra Jorge V e sua tripulação de 12 homens em seu navio, o HMS Inconstant, avistaram o navio-fantasma no dia 11 de Julho de 1881 quando navegavam em torno da Austrália. A lenda diz que o capitão Cornelius Vanderdecken foi amaldiçoado e condenado a vagar pelos mares para sempre. A lenda da embarcação-fantasma Holandês Voador é muito antiga e possui diversas versões. A mais corrente é do século XVII e narra que o capitão do navio se chamava Bernard Fokke, o qual, em certa ocasião, teria insistido, a despeito dos protestos de sua tripulação, em atravessar o conhecido Estreito de Magalhães, na região do Cabo Horn, que vem a ser o ponto extremo sul do continente americano. Ora, a região, desde sua primeira travessia, realizada pelo navegador português Fernão de Magalhães, é famosa por seu clima instável e sua geleiras, os quais tornam a navegação no local extremamente perigosa. Ainda assim, Fokke conduziu seu navio pelo estreito, com suas funestas consequências, das quais ele teria escapado, ao que parece, fazendo um pacto com o Diabo, em uma aposta em um jogo de dados que o capitão venceu, utilizando dados viciados. Desde então, o navio e seu capitão teriam sido amaldiçoados, condenados a navegar perpetuamente e causando o naufrágio de outras embarcações que porventura o avistassem. O navio foi visto pela última vez em 1632 no Triângulo das Bermudas comandado pelo seu capitão fantasma Amos Dutchman. O marujo disse que o capitão tinha rosto de peixe e corpo de homem, assim como seus tripulantes. Logo após contar esse relato, o navegador morreu. Uns dizem que foi para o reino dos mortos; outros, que hoje navega com Dutchman no Holandês. Nos trópicos equatoriais existem lendas que surgiram no século XVIII sobre Davy Jones ser o capitão do Holândes voador, nessa lenda Davy Jones seria o capitão amaldiçoado do navio e estaria condenada a vagar para sempre no mar pela ninfa do Mar Calypso, podendo desembarcar por 1 dia a cada 10 anos, essa é também a lenda utilizada no filme Piratas do Caribe Essa lenda também serviu de inspiração para o compositor alemão Richard Wagner, ao criar a ópera de mesmo nome.
história das sereias
A menina sereia
Era uma vez uma menina que queria ser sereia. Mas se ela nem sequer sabia nadar... Tinha lido histórias de sereias, esses estranhos seres, metade mulheres, da cintura para cima, e metade peixes, da cintura para baixo. Num dos seus livros predilectos descobriu a receita para transformar meninas em sereias. Era uma fórmula muito complicada que metia escamas de salmonete em pó, algas de uma espécie rara, cristais de sal, contados um por um, e outros elementos que não sei ao certo. A menina misturou o preparado, segundo as recomendações da receita, levou-o ao lume, deixou arrefecer e, depois, bebeu-o de um trago. Sentiu o borbulhar de um grande fervedouro dentro dela, arrotou várias vezes, os olhos encarniçaram-se-lhe e estremeceu dos pés à cabeça. Estava a transformar-se no que queria. Não foi bem assim. Fosse da imprecisão da fórmula, fosse da falta de rigor na contagem dos cristais de sal, o certo é que a menina estava transformada numa sereia, mas ao contrário: da cintura para cima era peixe, da cintura para baixo era pessoa. Não convinha. Não lhe convinha mesmo nada. Uma cabeça de pescada com pernas é uma coisa pouco agradável de ver. E nada elegante. De modo que a menina teve de consultar um médico, um especialista destas situações anormais. Entre outros êxitos, já tinha curado um homem que estava a transformar-se num grande porco e um burro, muito burro, que se dizia doutor. - Como a transmutação é muito fresca, ainda vem a tempo de acudir-lhe - disse o médico. Deu-lhe uns comprimidos, uma injecção, umas massagens, uns esticões e umas lavagens por dentro e por fora, até que, ao fim de vários dias, a menina se viu ao espelho de novo, como era dantes. Que alívio! Nunca mais quis ser sereia. Aquela experiência bastara-lhe. Anda agora a aprender a nadar. De costas ou de bruços, a cortar a água da piscina, ela é uma autêntica sereia, sem deixar de ser menina. A menina sereia Era uma vez uma menina que queria ser sereia. Mas se ela nem sequer sabia nadar... Tinha lido histórias de sereias, esses estranhos seres, metade mulheres, da cintura para cima, e metade peixes, da cintura para baixo. Num dos seus livros predilectos descobriu a receita para transformar meninas em sereias. Era uma fórmula muito complicada que metia escamas de salmonete em pó, algas de uma espécie rara, cristais de sal, contados um por um, e outros elementos que não sei ao certo. A menina misturou o preparado, segundo as recomendações da receita, levou-o ao lume, deixou arrefecer e, depois, bebeu-o de um trago. Sentiu o borbulhar de um grande fervedouro dentro dela, arrotou várias vezes, os olhos encarniçaram-se-lhe e estremeceu dos pés à cabeça. Estava a transformar-se no que queria. Não foi bem assim. Fosse da imprecisão da fórmula, fosse da falta de rigor na contagem dos cristais de sal, o certo é que a menina estava transformada numa sereia, mas ao contrário: da cintura para cima era peixe, da cintura para baixo era pessoa. Não convinha. Não lhe convinha mesmo nada. Uma cabeça de pescada com pernas é uma coisa pouco agradável de ver. E nada elegante. De modo que a menina teve de consultar um médico, um especialista destas situações anormais. Entre outros êxitos, já tinha curado um homem que estava a transformar-se num grande porco e um burro, muito burro, que se dizia doutor. - Como a transmutação é muito fresca, ainda vem a tempo de acudir-lhe - disse o médico. Deu-lhe uns comprimidos, uma injecção, umas massagens, uns esticões e umas lavagens por dentro e por fora, até que, ao fim de vários dias, a menina se viu ao espelho de novo, como era dantes. Que alívio! Nunca mais quis ser sereia. Aquela experiência bastara-lhe. Anda agora a aprender a nadar. De costas ou de bruços, a cortar a água da piscina, ela é uma autêntica sereia, sem deixar de ser menina.
EA pequena fada do pomar
Era Verão. Lia tinha estado a manhã toda a brincar no pomar dos avós. Pensou em tudo o que tinha feito: oito mergulhos na piscina, um passeio enorme de bicicleta, uma caça ao tesouro com os primos. Tinha comprado pão na padaria, leite na leitaria e enchido um cesto de framboesas. Bocejou. E se descansasse agora um pouco, apenas cinco minutos, debaixo da macieira? O sol estava a pique; as vespas zumbiam e dançavam por cima das rosas; as cigarras cantavam; as framboesas perfumavam o ar. Lia suspirou: − Quem me dera ficar aqui para sempre e não ter de voltar à cidade! De repente, apercebeu-se de uma luzinha azulada por entre as suas pestanas. Pensou tratar-se de um pedacinho de céu que, sem querer, se tinha deslocado. Mas não. Havia um vestido e uma cara, dois bracinhos cor-de-rosa, duas perninhas e um par de sapatinhos azuis. Parecia uma borboleta, mas bem mais leve do que uma libelinha. Lia sentiu um sopro… − Bom dia, Lia – murmurou uma vozinha minúscula. − Sou a fada do pomar. Visito muitas vezes as crianças antes do meio-dia, quando o sol ainda não está muito forte. Consegues ver-me? Lia, surpreendida, atónita, admirada, acenou afirmativamente. − Vou levar-te a passear. Mas não me percas de vista! Lia apoiou-se nos cotovelos e levantou-se. − Despacha-te! Despacha-te! Só faltam dez minutos para o meio-dia. Queres que te apresente aos meus filhos? Lia esfregou os olhos e disse que sim com a cabeça. Tinha medo de que a fada desaparecesse se ela falasse. Seguiu a pequena forma azul que ia à sua frente. − Vê bem os dentes-de-leão, que voam com o vento quando lhes sopramos… E as papoilas. Quando estão de pernas para o ar parecem bonitas dançarinas com vestidos vermelhos. A fada do pomar ia mostrando à menina as margaridas, as petúnias, as rosas amarelas e as rosas vermelhas. Lia nunca tinha contemplado de tão perto o vestido de uma rosa, o recorte de uma folha. − Não são bonitos os meus filhos? A fadazinha esvoaçava, com as mãos cruzadas sobre o peito. − Agora vou apresentar-te os meus preferidos… E levou Lia até à horta, onde cresciam as cenouras, os tomates e os pepinos. − A primeira coisa a notar é o cheiro, que é mágico…Força, cheira! Lia curvou-se e cheirou, contra vontade, os pepinos, os tomates, as alfaces, a salsa, o tomilho, o loureiro, o rosmaninho… − Mas isto são só legumes − disse a menina, franzindo o nariz − e eu não gosto de legumes. A pequena fada ficou vermelha de cólera. A sua vozinha minúscula tremeu. − O que queres dizer com “só legumes”? Fui eu que os criei! São as mais belas criações de todo o universo, porque os colhemos das árvores ou da terra, e são bons para comer. Voltejando em torno de Lia, a fada continuou: − Ora cheira! Ali estão as ervilhas, dentro da sua casinha verde. Se trincares uma, ainda crua, vais ver a vida vestida de verde. E olha para os pepinos e para os melões. Têm uma água mágica dentro deles que ajuda a crescer. Sabias que as fadas bebem a água dos pepinos? − perguntou a fada do pomar a rir. E voou de novo, desta vez numa outra direcção. − E olha para o milho! Vê bem estas espigas douradas alimentadas pelo sol. Vou contar-te um segredo: o sal dos legumes é como o vento que vem do mar. O açúcar é como um pouco de sol. A sua água é como um riacho. Se misturarmos tudo, temos as mais belas criações da terra! É por isso que os frutos e os legumes curam tudo: constipações, amigdalites, tristezas. E ajudam a crescer. A visita tinha chegado ao fim. A fada do pomar repetiu: − Os frutos e os legumes foram todos feitos por mim e sinto-me muito orgulhosa deles. E trincou um tomate com gosto. − Sempre que vires um fruto ou legume, deves agradecer. − Não sabia que as fadas gostavam tanto de legumes − disse Lia, admirada. − Pensava que comiam bombons. A fadazinha do pomar desatou a rir. − Bombons! Mas isso seria impossível! Perderia toda a minha magia. Talvez quando os bombons crescerem nas árvores… De repente, parou de falar e levantou a cabeça. − O sol está quase a pique. Tenho de ir embora. Não te esqueças dos meus filhinhos… Lia viu-se de novo sob a macieira. Franzindo os olhos, tentou ainda encontrar a forma imprecisa e trémula da fada do pomar. Decidiu finalmente ir para casa, com o cesto cheio de framboesas. A avó estava a descascar feijão verde. − Sabes que tive um sonho formidável? − perguntou-lhe Lia. − Encontrei a fada do pomar. − Tiveste muita sorte − respondeu a avó. − Levou-te a ver o jardim e o pomar? − perguntou por sua vez. − Sim − respondeu Lia docemente. − Apresentou-me todos os legumes. Lia calou-se porque, de repente, a ideia de uma fada a trincar um tomate parecia-lhe bastante improvável… Depois do almoço, durante o qual obviamente devorou todos os legumes que havia na mesa, voltou ao pomar. Queria verificar uma coisa no canteiro dos tomates. Depois de muito procurar, acabou por ver o tomate meio comido pelos dentinhos da fada. Pegou nele com delicadeza e comeu o resto!
histórias de medo
Todos os nomes que aparecerem aqui são apenas sugestões para melhor entendimento desta história que me juraram que é verdadeira quando me relataram. Em um museu localizado na cidade de Resende, RJ Eusébio Silveira, conhecido pela alcunha de Zé das Trevas, devido à sua aparência repulsiva, trabalhava como zelador noturno. Zé era baixo, caolho, quase sem dentes, corcunda, com o rosto cheio de cicatrizes e feridas por ter sobrevivido à varíola, na sua infância. Realmente um cara que no seu íntimo prefereria não ter nem nascido. Durante suas rondas noturnas Zé aproveitava e descarregava a sua raiva em cima de uma estátua de cera de um antigo gladiador romano. Zé das Trevas volta e meia insultava a estátua do gladiador, por invejá-la, pois a aparência era a de um homem alto, forte, imponente, musculoso, atlético e viril, ou seja tudo o que Zé das Trevas não era. Zé dizia enquanto vociferava para a estátua do gladiador " A VANTAGEM QUE TENHO SOBRE VOCÊ SEU GLADIADORZINHO DE ARAQUE É QUE EU SOU UM SER HUMANO VIVO E VOCÊ UM PEDAÇO DE CERA ARTIFICIAL SEM VIDA ! PELO MENOS, EU PENSO, RESPIRO E VIVO !" Em uma noite em que estava particularmente furioso Zé das Trevas não conteve seu asco e cuspiu na cara da estátua " QUERO VER VOCÊ SE VINGAR DISTO ! POR QUE NÃO VEM COBRAR A CONTA DESTA ESCARRADA ! " e Zé retomou, rindo irônico da cara da estátua, a sua ronda no museu até que algumas horas depois, ele ouviu barulhos vindos da sessão de guerreiros antigos e deparou-se com o desaparecimento da estátua do gladiador, o que o deixou espantado, pois a estátua era muito pesada, ninguém poderia carregá-la sem fazer barulho, pensou consigo mesmo, então a procurar por ela pelo museu. Quando um transeunte que estava caminhando na rua defronte ao museu ouviu gritos desesperados dentro do museu e assustado chamou a polícia. Ao invadirem o museu a polícia encontrou Zé das Trevas, morto aparentemente trespassado por alguma arma cortante e afiada. No dia seguinte durante a perícia senhor Oswaldir Nogueira, curador do museu, estava prestando depoimento aos policiais quando Josefina, a faxineira do museu, pediu para que fossem com ela até a sessão dos guerreiros antigos, lá Josefina apontou para eles a estátua do gladiador, havia uma grande quantidade de sangue jorrando da espada que a estátua empunhava. Confiscada a espada o laudo médico legista confirmou a arma utilizada para assassinar Zé das Trevas fora de fato aquela espada.Todos os nomes que aparecerem aqui são apenas sugestões para melhor entendimento desta história que me juraram que é verdadeira quando me relataram. Em um museu localizado na cidade de Resende, RJ Eusébio Silveira, conhecido pela alcunha de Zé das Trevas, devido à sua aparência repulsiva, trabalhava como zelador noturno. Zé era baixo, caolho, quase sem dentes, corcunda, com o rosto cheio de cicatrizes e feridas por ter sobrevivido à varíola, na sua infância. Realmente um cara que no seu íntimo prefereria não ter nem nascido. Durante suas rondas noturnas Zé aproveitava e descarregava a sua raiva em cima de uma estátua de cera de um antigo gladiador romano. Zé das Trevas volta e meia insultava a estátua do gladiador, por invejá-la, pois a aparência era a de um homem alto, forte, imponente, musculoso, atlético e viril, ou seja tudo o que Zé das Trevas não era. Zé dizia enquanto vociferava para a estátua do gladiador " A VANTAGEM QUE TENHO SOBRE VOCÊ SEU GLADIADORZINHO DE ARAQUE É QUE EU SOU UM SER HUMANO VIVO E VOCÊ UM PEDAÇO DE CERA ARTIFICIAL SEM VIDA ! PELO MENOS, EU PENSO, RESPIRO E VIVO !" Em uma noite em que estava particularmente furioso Zé das Trevas não conteve seu asco e cuspiu na cara da estátua " QUERO VER VOCÊ SE VINGAR DISTO ! POR QUE NÃO VEM COBRAR A CONTA DESTA ESCARRADA ! " e Zé retomou, rindo irônico da cara da estátua, a sua ronda no museu até que algumas horas depois, ele ouviu barulhos vindos da sessão de guerreiros antigos e deparou-se com o desaparecimento da estátua do gladiador, o que o deixou espantado, pois a estátua era muito pesada, ninguém poderia carregá-la sem fazer barulho, pensou consigo mesmo, então a procurar por ela pelo museu. Quando um transeunte que estava caminhando na rua defronte ao museu ouviu gritos desesperados dentro do museu e assustado chamou a polícia. Ao invadirem o museu a polícia encontrou Zé das Trevas, morto aparentemente trespassado por alguma arma cortante e afiada. No dia seguinte durante a perícia senhor Oswaldir Nogueira, curador do museu, estava prestando depoimento aos policiais quando Josefina, a faxineira do museu, pediu para que fossem com ela até a sessão dos guerreiros antigos, lá Josefina apontou para eles a estátua do gladiador, havia uma grande quantidade de sangue jorrando da espada que a estátua empunhava. Confiscada a espada o laudo médico legista confirmou a arma utilizada para assassinar Zé das Trevas fora de fato aquela espada.
histórias de medo
Minha avó conta que antes de minha mãe nascer, ela viu várias vezes a minha bisavó que morreu alguns anos antes. Disse que ela aparecia sempre olhando para ela. Eu não acreditava nessa história de jeito nenhum. Até que a uns meses atrás ela nos acordou assustada e suando dizendo ter visto ela de novo. Fiquei assustado na hora, mas acabei achando que fora apenas um sonho. Mas eram 11:00 da noite ela sempre costuma dormir lá pras 2:00 da madrugada, e além disso a Tv tava ligada. Disse que enquanto assistia Tv no quarto, sentiu uma paralisia no corpo e tentou levantar sem sucesso. Tentou chamar meu avô, mas ele dormia e ela sem poder se mecher, ficou vendo o espírto de sua avô se aproximar pelo corredor até ficar lado a lado com ela. Falou qualquer coisa que ela não entendeu e saiu pela porta até descer as escadas. Claro que não disse nada para ela, mas achei meio confuso... Mas no mês passado a cena se repetiu, só que com uma tia que foi passar o feriado em casa. Disse ter acordado para beber água, e quando abriu os olhos deu de cara com ela ajoelhada no pé da cama, vestida com a mortalha roxa do enterro e parecia estar rezando. Tivemos que levar ela para o hospital, pois estava em estado de choque. Fiquei apavorado com essa história toda, a ponto de não conseguir pregar o olho por vários dias.
histórias de medo
Meu pai Quando tinha 17 anos era muito fuleiro, na linguagem de hoje baladeiro ele trabalhavade dia na róça no final de semana a noite ia para o baile que ficava longe ,ele ia de mula.isso aconteceu no interior. Não havia luz elétrica,a única claridade era a da lua, e mato pra todo lado,isso bem de noite,ele ia pelo caminho. à uma determinada altura ,lá na frente ele avistou um homem todo vestido de branco,terno branco ,calça branca, sapato branco, chapéu branco,ele estranhou muito aquela figura que em hipótese nenhuma era comum naquelas paragens. Esse homem vinha caminhando na direção do meu pai, e o mais incrível foi que a mula se recusou a caminhar,meu pai começou a bater nela mas ela não andava,bateu com força e insistencia, mas ela rodopiava, rodava em volta mas não andava pra frente . Aí quando esse homem chegou a aproximadamente á uns 2 metros, ele virou nada, desapareceu, .........apareceu atraz do meu pai ,caminhando em seu caminho ,para o lado oposto para o qual ia meu pai. Os cabelos do meu pai,da cabeça, dos braços ,e outros ficaram todos de pé, bem arrepiados,.aí a mula começou a caminhar normalmente em seu camiinho. meu chegou em casa ,contou paro o pai dele,meu avô, pegou uma espingarda e disse que ia atráz daquéla ""coisa ""porém meu avô com muito custo conseguiu fazer com que ele desistisse da idéia. meu avô o convenceu de que aquilo não era coisa desse mundo. Meu pai sempre contou esse ocorrido, nunca se esqueceu, inclusive ,outras pessoas de outros lugares também já relatou sobre esse homem de branco.
histórias de medo
Conta meu avô que quando rapaz ele foi passar uma semana no interior, na casa dos pais de um amigo. E, lá, à noite, reunidos na sala, o avô do amigo dele contava histórias de arrepiar. Uma delas, era a do enforcado à beira do rio. Um homem perdera sua propriedade por causa de dívidas, jogos etc. E, ao ver que já não possuía nada, enforcou-se numa árvore que ficava perto de um rio. Mas, antes, teria dito que ninguém iria pisar nas terras dele, que nada naquelas terras iria dar fruto. Então, todo mundo que comprava aquele pedaço de terra sempre tinha problemas. E, nunca conseguia que nada vingasse, e, além disso, havia até assassinatos entre os familiares dos que haviam comprado a terra. Uma noite, meu avô e o amigo dele foram até lá, por pura curiosidade....um silêncio total... só se ouvia os grilos . Ficaram de papo sob a árvore, quando de repente ouviram um estalo vindo de cima e o som de uma corda roçando no tronco, junto de um gemido horrível. Eles voltaram correndo para casa.
Origem de algumas supertições
Cruzar os dedos. Quando se formula um desejo, conta-se uma mentira ou frente a algum perigo, é costume cruzar os dedos. O gesto, que evoca uma cruz, conjura a má sorte e afasta as influências maléficas, segundo os supersticiosos. Desde os primeiros tempos do cristianismo cria-se que, colocar o polegar sob os outros dedos ou fazer figa, afastava aos fantasmas e maus espíritos. Não obstante, alguns autores pensam que, ainda que o simbolismo da santa cruz neste gesto resulta óbvio, a origem primeira é bem mais primitiva do que a cristã e remonta aos mais antigos tempos pagões Pôr a mão diante da boca ao bocejar. O gesto atual de tampar a boca quando bocejamos não obedece singelamente à intenção de educação de não mostrar o "bocão", esconder a arcada dentária ou ainda o desejo de não espalhar os germes, senão que tem um significado mais profundo. No livro Superstitions, de Sperenza Wilde lê-se que fazer o sinal da cruz diante da boca ao bocejar impedia que o diabo se introduzisse no corpo e estabelecesse nele sua morada. É por esta razão pelo que as mães fechavam a boca do bebê ou faziam o sinal da cruz diante dela quando o viam bocejar. Deste costume ancestral deriva o gesto atual de tampar a boca Levantar-se com o pé direito. A tradição diz que, para que o dia seja bom, há que apoiar em primeiro lugar o pé direito. A resposta a este costume poderia estar entre os pescadores. Durante o século XIX, nenhum pescador em são juízo subia a bordo por bombordo, isto é, o lado esquerdo do barco, ainda que fosse incômodo fazê-lo por estibordo. Ao que parece esta crendice nasce da noção de que qualquer coisa canhota era anti-natural, uma idéia fundamentada em que a maioria dos seres humanos são destros. Por regra geral, tudo o que se refere à direita é qualificado de favorável pelos supersticiosos, talvez alentados pela tradição bíblica, que diz que a direita corresponde ao caminho do Paraíso e é a posição em que estão sentados os eleitos por Deus. Já a esquerda representa o reverso da moeda. Os romanos, por exemplo, faziam presságios observando o vôo dos pássaros: os que voavam para a esquerda eram considerados de mau agouro. De fato, em latim, esquerda se diz sinester, que deu origem ao adjetivo sinistro. Bater na madeira. Durante muitos século antes do cristianismo, os Celtas rendiam culto às árvores por considerá-las os templo da santidade e a principal apresentação dos deuses na Terra. A árvore servia com meio para enviar a doença, ou o mal à terra. Também se recorria a ela se a má sorte visitava um homem sob a forma de demônios. Nestes e outros casos o sacerdote druída celebrava uma série de ritos e cultos nas chamadas ramadas sagradas, locais equivalentes às igrejas atuais. Existe ainda quem diz que as crendices referentes à madeira também advêm do material que foi feita a cruz de Jesus. O resultado destas crenças é o nosso costume de bater na madeira como sinal de boa sorte. Passar por baixo de uma escada. Esta e outras crendices associadas às escadas estão relacionadas com o medo ao cadafalso, aquele local onde se aplicava a forca aos condenados. Antigamente, devido à grande altura que este costumava ter, era necessária uma escada para colocar a corda do enforcamento na posição correta, bem como para retirar depois o cadáver do condenado. Qualquer um que passasse por baixo da escada corria o perigo de dar de frente com o morto. Daí vem a crendice. Sexta-feira 13. Desde tempos remotos, o número 13 foi fatídico, devido principalmente à morte violenta que sofreram vários deuses décimo terceiros da Antigüidade e, como não, à sorte do décimo terceiro convidado no Última Ceia. Por outro lado, a sexta-feira adquiriu no mundo sua reputação de dia nefasto, devido à morte de Jesus. Obviamente, a coincidência do número 13 e da sexta-feira não podia ser de pior agouro O gato preto. No mundo do misticismo, os gatos são portadores de um poder mágico infinitamente superior ao do homem. Com toda probabilidade, esta antiga crença deriva da adoração à deusa egípcia Bubastis, que tinha forma de gato. Os egípcios estavam convencidos de que os gatos possuíam alma, e prova disso são os restos mumificados destes felinos achados nas escavações arqueológicas. Na Idade Média, as bruxas converteram o gato preto num elemento imprescindível para efetuar seus rituais e feitiços. Hoje em dia, os supersticiosos temem ao bichano preto que se cruza em seu caminho. Este fato representa com clareza o conflito que existia entre a Igreja, a cruz e as práticas pagãs da bruxaria
supertições onlines: Ha vida
supertições onlines: Ha vida: A duas manetras de viver a vida... Uma delas é acreditar que não existe milagre... A outra que a vida é um milagre... ...
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Ha vida
A duas manetras de viver a vida...
Uma delas é acreditar que não existe milagre...
A outra que a vida é um milagre...
S.Belduchi.com
Uma delas é acreditar que não existe milagre...
A outra que a vida é um milagre...
S.Belduchi.com
Assinar:
Postagens (Atom)